Em abril, Nelson me deu 2 ingressos (e companhia!) pro show da Lily Allen. O show foi ótimo, até gostei mais da Lily Allen depois, mas nunca tive dúvidas de que Nelson só foi por minha causa. Ontem foi o dia de "pagar o favor". Então eu fui parar num show de rock em NYC, uma coisa assim, suuuuper a minha cara. rs. No show da Lily Allen, como eu estava ocupada curtindo as músicas, acabei não reparando muito no povo em volta. Ontem, como não conhecia muitas músicas, minhas raízes tupiniquins não deixaram por menos. Além de ter ficado espantada com o fato de só ter levado um único pisão no pé seguido de um pedido de desculpas (na velocidade da luz), achei ótimo o pessoal respeitar o seu espaço vital - nada de todo mundo amontoado te dando cotoveladas, ombradas, esbarrões e afins o tempo todo. Na hora das pessoas se movimentarem e saírem de seus lugares, TODOS pediam licença. Teve uma hora que até me confundi e pensei que estivesse na Ópera. rs. Essas coisas me espantaram, mas na verdade acho que são mesmo questão de educação (coisa que o povo do Brasil tem em nível menos 3) e, até o show da Lily Allen (o primeiro que fui aqui nos EUA), show pra mim era sinônimo de confusão, falta de espaço e suor. Agora, aqui acontecem coisas que provavelmente pessoas cosmopolitas nem perceberiam, mas que eu (provinciana) não consigo deixar de reparar e achar esquisito. De tudo o que vi ontem, o que mais me chamou a atenção foi um cara que chegou, se inflitrou na muvuca, tirou do bolso e colocou nos ouvidos um par de TAMPÕES! Gente, que diabos uma criatura dessas vai fazer num show? Primeiro pensei que ele devia estar acompanhando o filho e não que não devia curtir ir a shows. Mas quando a banda começou a tocar o cara dançou, pulou e cantou sem parar (e de tampões!). Não entendi nada, mas achei bem engraçado.
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sábado, agosto 29, 2009
terça-feira, julho 08, 2008
Pra nao ser injusta e dizer que o telefonema cara de pau de ontem foi meu presente de aniversario de casamento. Mais fotos aqui.
segunda-feira, julho 07, 2008
toca o telefone
eu: alo
ele: to te ligando pra pedir desculpas
eu: ?
ele: eu sou injusto com voce
eu: ??
ele: to ouvindo aquele programa que eu gosto na radio blablabla e hoje eles estao recebendo ligacoes de homens falando o que as mulheres fazem que deixam eles irritados
eu: ...
ele: tudo o que voce faz outras mulheres tambem fazem, nao eh so voce. acho que eh um problema do sexo feminino. os caras estao ligando e ja falaram (segue lista ENORME)
eu: ...
ele: prometo que nao reclamo mais quando voce (segue a mesma lista ENORME)
isso eh que eh presente de aniversario de 3 anos de casados, o resto eh brincadeira!
eu: alo
ele: to te ligando pra pedir desculpas
eu: ?
ele: eu sou injusto com voce
eu: ??
ele: to ouvindo aquele programa que eu gosto na radio blablabla e hoje eles estao recebendo ligacoes de homens falando o que as mulheres fazem que deixam eles irritados
eu: ...
ele: tudo o que voce faz outras mulheres tambem fazem, nao eh so voce. acho que eh um problema do sexo feminino. os caras estao ligando e ja falaram (segue lista ENORME)
eu: ...
ele: prometo que nao reclamo mais quando voce (segue a mesma lista ENORME)
isso eh que eh presente de aniversario de 3 anos de casados, o resto eh brincadeira!
sexta-feira, dezembro 07, 2007
O casamento saiu do jeitinho que nos queriamos: celebracao bonita mas rapida, festa divertida e animada. Agora tenho que escolher as fotos para colocar no album. Mas, sinceramente, esta bem difcil porque eu gostei de muuuuuitas fotos. rs Como tem mais de 600, escolhi algumas e coloquei no flickr para quem quiser ver.
terça-feira, novembro 27, 2007
quinta-feira, outubro 25, 2007
Faltando praticamente um mês para o casamento, já está quase tudo resolvido. Até agora, a parte mais chata foi entregar os convites... Pé no saco! Outra coisa chata foi achar um cabelo que eu gostasse. Só tinha cabelo canhão. Acabei achando um lindo lindo na internet mesmo. Só falta saber se é possível ou se é delírio. Pra isso vou no cabelereiro que vai me pentear pra ele dizer o que acha. De resto, parece que só faltam coisas legais: experimentar o bolo, experimentar os docinhos, experimentar o que vai ser servido no coquetel, decidir últimos detalhes de decoração, experimentar o vestido e esse tipo de coisa. Agora é começar a arrumar as malas para voltar para os EUA.
terça-feira, outubro 09, 2007
Sexta-feira aconteceu uma situação muito engraçada.
Em 07 de julho de 2005, eu e Nelson nos casamos nos EUA com a presença apenas da minha sogra e de um primo dele. Ficou combinado então que um dia faríamos uma festa aqui no Brasil para que toda a família e os amigos pudessem participar. Foi passando o tempo e enrolamos tanto que acabei me mudando para os EUA sem grandes comemorações. Então que, aqui estou eu, no Brasil, e ressurge a idéia da festa. Decidida a data começam os preparativos, entre eles contratar um fotógrafo. Procura daqui, procura dali, mamãe se lembra do cara que fotografou o aniversário de 15 anos da minha irmã. Entramos em contato e, na sexta-feira de manhã, ele levou alguns álbuns de casamento pra gente dar uma olhada. Olhamos cada álbum umas mil vezes, até cansar. Reparamos em todos os detalhes, defeitos e qualidades. Tá. Daí, no mesmo dia à noite, fomos fazer compras no supermercado. Eis que quando estamos na seção de mantimentos passa um casal. Mamãe olha para eles e sorri como se fossem velhos conhecidos. Eles olham de volta com cara de quem não tem idéia do que se trata. De repente vem o estalo: era um dos casais do álbum de casamento! Eu e mamãe não conseguíamos mais parar de rir! Ela guardou a fisionomia dos dois e, ao vê-los, não pensou duas vezes, foi logo abrindo o sorrisão! Essa fica para a história.
Em 07 de julho de 2005, eu e Nelson nos casamos nos EUA com a presença apenas da minha sogra e de um primo dele. Ficou combinado então que um dia faríamos uma festa aqui no Brasil para que toda a família e os amigos pudessem participar. Foi passando o tempo e enrolamos tanto que acabei me mudando para os EUA sem grandes comemorações. Então que, aqui estou eu, no Brasil, e ressurge a idéia da festa. Decidida a data começam os preparativos, entre eles contratar um fotógrafo. Procura daqui, procura dali, mamãe se lembra do cara que fotografou o aniversário de 15 anos da minha irmã. Entramos em contato e, na sexta-feira de manhã, ele levou alguns álbuns de casamento pra gente dar uma olhada. Olhamos cada álbum umas mil vezes, até cansar. Reparamos em todos os detalhes, defeitos e qualidades. Tá. Daí, no mesmo dia à noite, fomos fazer compras no supermercado. Eis que quando estamos na seção de mantimentos passa um casal. Mamãe olha para eles e sorri como se fossem velhos conhecidos. Eles olham de volta com cara de quem não tem idéia do que se trata. De repente vem o estalo: era um dos casais do álbum de casamento! Eu e mamãe não conseguíamos mais parar de rir! Ela guardou a fisionomia dos dois e, ao vê-los, não pensou duas vezes, foi logo abrindo o sorrisão! Essa fica para a história.
sábado, julho 07, 2007
terça-feira, março 27, 2007
A história pode ser resumida mais ou menos assim: em 2005 meu marido (até então namorado) foi para os Estados Unidos para fazer alguns cursos, tirar algumas certificações e então voltar. Porém, contudo, todavia, no entanto, ele resolveu que queria ficar por lá. Para sempre. Quer dizer DE-FI-NI-TI-VA-MEN-TE. É, isso mesmo. Tipo assim: "A gente vai morar aqui nos EUA!". Depois de muito drama (da minha parte, lógico!) e muita negociação (a gente já pensava em morar fora depois que casasse, mas eu queria que fosse na Europa), resolvemos nos casar em julho do mesmo ano. Assim mesmo, no susto. Fui pra lá, nos casamos, passei o mês de férias e voltei para terminar a faculdade de Direito (ainda faltava 01 ano e meio para acabar).
E todo o dilema do post passado é que resolvi desmarcar minha passagem de fevereiro e fazer a prova da OAB, adiando minha mudança para junho. É só isso, nada de muito emocionante. Mas é que eu gosto de fazer um dramazinho básico!
E todo o dilema do post passado é que resolvi desmarcar minha passagem de fevereiro e fazer a prova da OAB, adiando minha mudança para junho. É só isso, nada de muito emocionante. Mas é que eu gosto de fazer um dramazinho básico!
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