Tenho que fazer uma confissão da qual me envergonho um pouco: me rendi à máquina de lavar louça. Resisti
bastante, um pouco porque morro de dó do tanto de água e energia que a máquina gasta, outro pouco por culpa da minha mãe - ela sempre foi contra, vivia dizendo que máquina de lavar não lava direito. O resultado é que eu tenho um certo nojinho de louça lavada na máquina e, quando vou usar o que foi lavado à maquina, fico com o pé atrás. No apartamento antigo não tinha máquina, então eu nem ligava de lavar tudo "no braço". Mas aqui tem. E enquanto eu fico lá, de pé, com a bucha e o detergente, lavando prato por prato, copo por copo, talher por talher, toda vez que Nelson fala que vai "lavar a louça", ele enfia tudo na máquina e pronto. A gente até tenta sempre lavar o que acabou de usar e não deixar acumular. Mesmo porque acho péssimo aquelas pias com pilhas e mais pilhas de louça (outra herança da minha mãe...). Quase sempre isso dá certo, mas às vezes acaba acumulando, pois ninguém é de ferro. Então agora, nos dias que a preguiça fala mais alto, eu tento
go green e seguir algumas
dicas pra fazer todo o processo ser o menos ecológicamente incorreto possível.