sexta-feira, dezembro 19, 2008

Agora mesmo, enquanto o vizinho do lado direito tá lá fora se matando com uma pá pra tirar a neve da calçada e da driveway dele, o vizinho da frente chega com uma máquina daquelas que americano a-d0-ra e tira a neve dele todinha e poucos minutos. De dar inveja!

quarta-feira, dezembro 17, 2008

Hoje fui ao dentista pela primeira vez aqui nos EUA. Não estava nos meus planos ir ao dentista aqui, pretendia continuar fiel à minha querida dentista no Brasil. Mas, como o nosso seguro de saúde cobre até 2 limpezas por ano, resolvi ir logo. Sorte: estou com uma cárie. A primeira durante toda a minha vida. Fiquei imensamente desapontada, sempre cuidei bem dos meus dentes e tinha me safado do bzzzzzz dos dentistas até hoje... Ela está bem no comecinho e, aparentemente, vai dar pra resolver sem grandes traumas. Pelo menos isso foi o que o dentista me falou. Só tem um problema: não sei o que é "sem grandes traumas" pra ele. Pra mim, só de ter que ir lá no consultório já é um terror. Mesmo pra ir na minha querida dentista no Brasil, era um sacrifício tremendo. Tensão pura nos dias que antecediam a consulta. Pavor na sala de espera. Pânico ao ouvir meu nome sendo chamado. Não lembro muito bem quando isso começou. Pode ter sido quando tive que arrancar 4 dentes pra usar aparelho. Ou pode ter sido no decorrer dos quase 4 anos de tratamento ortodôntico (entre vários aparelhos rídiculos que fui obrigada a usar e o abandono total do tratamento depois que fui pra França). Ou pode ser ainda que eu tenha uma aversão genética a dentistas :) Só sei que por conta desse pânico, enrolei anos pra arrancar os cisos de um lado e depois mais outros tantos anos pra arrancar os do outro lado (e ainda tive problemas pós arrancada de dente ciso dessa última vez...). Agora mais essa pra minha coleção... Não tenho nem idéia de como essa cárie vai ser tratada. Só espero que seja rápido e indolor.

Detalhes:
- o dentista não usou máscara
- tinha uma televisão passando o programa da Rachel Ray DENTRO da sala em que ele estava me atendendo (se eu esticasse o braço alcançava o botão de liga/desliga! rs.) e toda hora ele dava uma olhadinha no mac&cheese que ela estava preparando
- ele mesmo faz aquelas radiografias dos dentes e na mesma cadeira em que fez a limpeza. Achei super prático. A minha querida dentista no Brasil não fazia, eu tinha que ir a uma clínica radiólogica pra "tirar foto" das dentanas
- ele não tinha aquele sugador, a baba ficava acumulando na boca até ele deixar eu cuspir
- achei suuuuper ultrapassado aquele copinho com água pra bochechar e tirar "os restos". Cadê a mangueirinha ultra tecnológica com água quente-água fria-jato de ar igual à da minha querida dentista no Brasil?

Óh Céus, agora vou ficar nessa apreensão até a próxima consulta...

terça-feira, dezembro 16, 2008

Agora, lá fora, está tudo branco e calmo. Acho incrível o silêncio que faz quando está nevando. Parece que a paz reina no mundo...
Essa é a primeira neve "de verdade" da estação por aqui. O pessoal já estava impaciente, porque, aparentemente, tem pelo menos uma "neve grande" antes do Thanksgiving, e esse ano não teve.
Eu acho lindo e romântico, só gostaria de não ter que sair de carro amanhã. rs.

terça-feira, dezembro 09, 2008

O que a gente não faz pela política da boa vizinhança, né?
Estávamos lanchando agora à noite quando a campainha tocou. Eu já sabia que eram os vizinhos. Eles são as únicas pessoas que tocam a nossa campainha. rs. Geralmente é pra perguntar alguma coisa sobre o aquecimento ou sobre o lixo, mas da última vez foi pra nos dar uma garrafa de vinho (!). Então, era a vizinha com o neném numa mão e umas decorações de Natal na outra. Ela disse que eu não precisava colocar na janela se eu não quisesse, mas que ela tinha umas velas elétricas sobrando e que não ia usar e não tinha nada pra fazer com elas, então resolveu me dar. Ok... Uma incrível coincidência eu ter 3 janelas na sala e ela ter exatamente 3 velas sobrando. Não sei em outros lugares dos EUA, mas por aqui muita gente coloca essas velas na janela na época do Natal. Eu não sou muito fã, acho meio macabro. Mas como ela colocou nas janelas dela e se deu o trabalho de vir me trazer "as que sobraram" resolvi colocar também. Não ficou de todo mal e ainda agradei à vizinha. Afinal, não é esse o espírito das festas de final de ano? rs.

sábado, dezembro 06, 2008

A Rachel postou um texto essa semana sobre a comida de rua do Rio. Entre outras coisas, ela falou sobre o cachorro-quente de rua, aquele com purê de batatas e ovo de codorna. Eca! Mil vezes eca! Mas o post dela me fez lembrar de outro cachorro-quente, aquele de festa de aniversário de criança - salsicha picadinha, molho de tomate e batata palha por cima. Hummm... Hoje fui ao supermercado e não resisti, comprei salsicha, batata palha e pão. Modéstia à parte, ficou uma delícia. E eu matei minha vontade!